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Natália Rinco, página inicial 4055 Compartilhar

Candidata a Deputada Federal · Goiás · PSB 40

Da minha terra,para um futuro melhor

A Chapada dos Veadeiros merece ter voz onde as decisões são tomadas. Desenvolvimento com preservação e justiça social: quatro caminhos e dez compromissos, com o que uma deputada federal pode fazer em cada um deles.

Na urna, digite 4055 Deputada Federal PSB 40

Natália Rinco rindo durante uma conversa, em um encontro do partido.
Filha de Alto Paraíso de Goiás, formada em Turismo, primeira candidatura.

Quem é Natália Rinco

Sou Natália Rinco, a primeira candidata a deputada federal da Chapada dos Veadeiros. E represento o Nordeste Goiano. Filha de Alto Paraíso de Goiás, formada em Turismo, apaixonada pelo Cerrado e movida pela certeza de que desenvolvimento, justiça social e preservação podem caminhar juntos.

Meus avós e meu pai dedicaram suas vidas ao serviço da comunidade, ensinando que cuidar das pessoas é a maior forma de construir um futuro melhor. Cresci acreditando que política é compromisso, diálogo e trabalho pelo bem comum.

Nunca ocupei um mandato. Acredito que a renovação começa quando pessoas comprometidas com esses valores têm coragem de dar um passo à frente.

Quero representar a nossa gente na Câmara Federal defendendo o turismo sustentável como vetor de desenvolvimento econômico, capaz de gerar emprego e renda para quem vive no nosso território. Quando a economia local se fortalece, aparecem as condições para avançar em saúde, educação, saneamento básico e qualidade de vida.

Como deputada federal, vou trabalhar pela criação e pelo aperfeiçoamento de leis, pela destinação de recursos e pela fiscalização da correta aplicação do dinheiro público, sempre com foco na valorização das comunidades, dos jovens e das mulheres e na proteção do Cerrado e das nossas águas.

O Nordeste Goiano e a Chapada dos Veadeiros

Esta é a região que mais preserva Cerrado em Goiás e a que há mais tempo está sem representação própria na Câmara dos Deputados. São os trinta municípios que esta candidatura se propõe a levar para Brasília.

  • Água Fria de Goiás
  • Alto Paraíso de Goiás
  • Alvorada do Norte
  • Buritinópolis
  • Cabeceiras
  • Campinaçu
  • Campos Belos
  • Cavalcante
  • Colinas do Sul
  • Damianópolis
  • Divinópolis de Goiás
  • Flores de Goiás
  • Formosa
  • Guarani de Goiás
  • Guarinos
  • Iaciara
  • Mambaí
  • Minaçu
  • Monte Alegre de Goiás
  • Montividiu do Norte
  • Niquelândia
  • Nova Roma
  • Planaltina
  • Posse
  • São Domingos
  • São João d’Aliança
  • Simolândia
  • Teresina de Goiás
  • Trombas
  • Vila Boa

Os seis municípios da microrregião da Chapada dos Veadeiros: Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Colinas do Sul, Nova Roma, São João d’Aliança e Teresina de Goiás.

Quatro caminhos.
Dez compromissos.
Um só Goiás.

Cada compromisso tem três partes: o problema, a proposta e o que uma deputada federal pode fazer a respeito. As ferramentas do cargo são emenda parlamentar, projeto de lei, atuação em comissão e articulação com os ministérios. O que estiver fora delas não está nesta página.

Caminho 1 de 4 · compromissos 1–3

Território que gera futuro

Produzir riqueza no território não basta. É preciso garantir que essa riqueza fique e circule entre quem vive ali. Os três compromissos deste caminho tratam de infraestrutura e de renda no mesmo lugar: turismo, agricultura familiar e gestão de resíduos.

Gerar oportunidades

Compromisso 1: Turismo, território e bioeconomia

O turismo é o setor que mais cresce em Goiás e o que mais emprega no Nordeste Goiano. O investimento público não acompanha esse crescimento no interior.

O problema

O turismo em Goiás já gera dezenas de milhares de empregos formais e cresce ano após ano. Mas a infraestrutura que sustenta esse crescimento (estradas de acesso, sinalização, capacitação de guias, saneamento nas áreas turísticas) depende do esforço isolado de cada prefeitura. Não existe uma política federal coordenada para municípios turísticos de pequeno porte.

A proposta

Criar um Programa Nacional de Turismo de Base Comunitária, com linha de crédito facilitado para pequenos empreendedores: pousadas familiares, guias, artesãos e cooperativas de alimentação. O programa inclui qualificação profissional gratuita pelos Institutos Federais e prioriza emendas parlamentares para a infraestrutura de acesso aos atrativos do Cerrado.

O que uma deputada federal faz de fato

Destinar emendas parlamentares individuais e de bancada para infraestrutura turística. Apresentar projetos de lei de incentivo a crédito e capacitação. Articular com o Ministério do Turismo e com o Sebrae a expansão de programas já existentes para os municípios do Nordeste Goiano e da Chapada.

Compromisso 2: Agro sustentável e novas cadeias do Cerrado

A agricultura familiar sustenta a segurança alimentar do país e recebe uma fração do crédito e da atenção política que vai para o agronegócio de grande escala.

O problema

Pequenos produtores têm dificuldade de acesso a crédito, a certificação e a canais de comercialização direta. Ficam reféns de atravessadores, e a renda que poderia ficar no município acaba saindo dele. Enquanto isso, o Cerrado guarda um patrimônio de frutos nativos, plantas medicinais e produtos da sociobiodiversidade (baru, pequi, buriti, mel, óleos essenciais) com potencial de mercado ainda subaproveitado.

A proposta

Ampliar as linhas de crédito e a assistência técnica voltadas à agricultura familiar e à bioeconomia do Cerrado. Apoiar a certificação de produtos da sociobiodiversidade, que abre acesso a mercados de maior valor agregado. Fortalecer feiras e canais de venda direta do produtor ao consumidor.

O que uma deputada federal faz de fato

Destinar emendas para assistência técnica rural pela Embrapa, pela Emater e pelo IF Goiano. Apresentar projetos de lei de incentivo fiscal para agroindústrias familiares de pequeno porte. Fiscalizar a execução do Pronaf e dos demais programas federais de crédito rural, para garantir que cheguem aos municípios pequenos.

Compromisso 3: Economia circular e gestão de resíduos

Em 1996, Alto Paraíso teve a terceira usina de reciclagem do Brasil. Trinta anos depois, a maioria dos municípios goianos ainda não tem coleta seletiva estruturada.

O problema

Nos municípios pequenos, a gestão de resíduos costuma ser tratada como problema secundário, sem orçamento próprio e sem apoio técnico. O resultado aparece em três lugares: lixão a céu aberto, renda perdida que poderia vir da reciclagem e catadores trabalhando sem cooperativa e sem proteção.

A proposta

Criar um Programa Nacional de Economia Circular para Municípios Turísticos, com apoio técnico e financeiro para implantar cooperativas de reciclagem, logística reversa e compostagem. É retomar o projeto que a região já teve há três décadas, agora como política pública permanente.

O que uma deputada federal faz de fato

Destinar emendas para infraestrutura de coleta seletiva e para cooperativas de catadores. Apresentar projeto de lei de incentivo fiscal à logística reversa em municípios de pequeno porte. Articular com o Ministério do Meio Ambiente a prioridade para municípios turísticos do Cerrado nos editais federais que já existem.

Caminho 2 de 4 · compromissos 4–5

Água, clima e o Cerrado

Goiás é a caixa d’água do Brasil por causa do Cerrado, que abriga nascentes de grandes rios e aquíferos subterrâneos. Proteger esse território não é uma pauta ambiental isolada: é proteger a água que chega à torneira de milhões de brasileiros.

Preservar o Cerrado

Compromisso 4: Água e clima em equilíbrio

A região que mais preserva o Cerrado em Goiás é, há décadas, a que menos tem voz própria na Câmara dos Deputados.

O problema

Os programas de pagamento por preservação ambiental já mostram resultado, com redução real do desmatamento em Goiás nos últimos anos. Mas dependem de orçamento que muda a cada governo, sem uma política de Estado consolidada. Nascentes e mananciais seguem vulneráveis ao desmatamento e à ocupação irregular por falta de fiscalização constante.

A proposta

Defender financiamento federal permanente para os programas de pagamento por serviços ambientais, no modelo de preservação do Cerrado em pé. Fiscalizar os recursos federais destinados à proteção de nascentes. Alinhar as políticas locais aos compromissos climáticos que o Brasil assumiu internacionalmente.

O que uma deputada federal faz de fato

Buscar assento e atuação nas comissões de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Sustentável da Câmara. Destinar emendas para recuperação de áreas degradadas e proteção de nascentes. Fiscalizar o orçamento dos fundos federais de clima, que historicamente priorizam a Amazônia e deixam o Cerrado em segundo plano.

Compromisso 5: O futuro das próximas gerações

Quem vai herdar as consequências das mudanças climáticas de hoje são as crianças e os jovens que estão nascendo agora nos municípios do Cerrado.

O problema

As políticas climáticas costumam ser desenhadas de forma genérica, sem ligar a preservação ambiental a oportunidade econômica real para quem vive no território. A pauta soa distante da vida das famílias, principalmente para a juventude, que muitas vezes migra para a cidade grande por falta de perspectiva no interior.

A proposta

Criar um Programa Nacional de Bioeconomia do Cerrado que una conservação ambiental e geração de renda e emprego para jovens. A ideia é simples: proteger o território deixa de ser abrir mão de desenvolvimento e passa a ser a estratégia de desenvolvimento.

O que uma deputada federal faz de fato

Apresentar projeto de lei estruturante de incentivo à bioeconomia. Articular com Institutos Federais e universidades a formação técnica voltada a profissões verdes. Destinar emendas para projetos-piloto em parceria com associações e cooperativas que já atuam no território.

Caminho 3 de 4 · compromissos 6–8

Gente que constrói, conhecimento que transforma

Educação, ciência e cuidado com a vida em todas as fases. Da primeira infância à aposentadoria, passando pela adolescência, que costuma ser a idade em que as políticas públicas mais falham em chegar.

Valorizar as pessoas

Compromisso 6: Educação para o futuro

Qualificação técnica sem oportunidade local empurra a juventude para fora do interior. E educação ambiental sem conexão com o território vira conteúdo decorado.

O problema

Municípios pequenos têm menos acesso a educação em tempo integral, a formação técnica e tecnológica e a programas estruturados de educação ambiental. A distância entre quem nasce na capital e quem nasce no interior aumenta a cada etapa da escola.

A proposta

Expandir escolas em tempo integral e Institutos Federais para os municípios do interior, com currículo ligado à vocação econômica de cada região: turismo, bioeconomia, agroindústria familiar. Integrar a educação ambiental ao currículo desde os anos iniciais, e não como disciplina isolada.

O que uma deputada federal faz de fato

Destinar emendas para novos campi de Institutos Federais e escolas técnicas no interior. Apresentar projeto de lei para incluir educação ambiental de forma transversal no currículo nacional. Articular com o MEC a prioridade para municípios turísticos e de baixa densidade populacional nos programas de educação integral.

Compromisso 7: Ciência, tecnologia e inovação

O Cerrado é um dos biomas mais estudados do mundo. Pouquíssima dessa pesquisa chega a virar renda para quem vive nele.

O problema

Pesquisas de biodiversidade, espeleologia e paleontologia acontecem na região. Terra Ronca é um dos maiores patrimônios espeleológicos da América Latina. Mas esse conhecimento fica desconectado dos programas de inovação e empreendedorismo local, e raramente retorna como oportunidade econômica para o território que o originou.

A proposta

Fomentar parques tecnológicos e polos de inovação ligados às universidades e aos Institutos Federais do estado, com foco em pesquisa aplicada à bioeconomia, ao turismo científico e à gestão ambiental.

O que uma deputada federal faz de fato

Destinar emendas para pesquisa aplicada pela Embrapa, pela UFG, pela UEG e pelos Institutos Federais. Apresentar projeto de lei de incentivo a startups de base tecnológica fora dos grandes centros urbanos. Articular com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação editais voltados a biomas específicos, com o Cerrado entre eles.

Compromisso 8: Saúde, saneamento e cuidado

A distância até o hospital regional já é, sozinha, uma barreira de acesso à saúde para quem mora nos municípios pequenos do interior de Goiás.

O problema

Atenção básica de qualidade, saneamento e água tratada seguem desiguais entre municípios pequenos e grandes centros. O cuidado com a gestação e o parto muitas vezes exige deslocamento para cidades distantes, o que aumenta o risco materno e infantil. A educação sexual e reprodutiva chega de forma insuficiente aos adolescentes, e isso pesa nas taxas de gravidez precoce não planejada.

A proposta

Fortalecer o SUS na ponta, com mais estrutura de atenção básica nos municípios pequenos. Reconhecer farmácias vivas e fitoterápicos como parte da atenção básica, valorizando o conhecimento tradicional do Cerrado. Ampliar o acesso a doulas e ao parto humanizado onde não há maternidade de referência próxima. Levar educação sexual e reprodutiva integral às escolas, articulada ao SUS.

O que uma deputada federal faz de fato

Destinar emendas para unidades básicas de saúde, saneamento rural e programas de doulas comunitárias. Apresentar projeto de lei para reconhecer formalmente as farmácias vivas na atenção básica do SUS. Atuar na comissão de Saúde da Câmara para defender recursos de educação em saúde reprodutiva, em articulação com o Ministério da Saúde e o MEC.

Caminho 4 de 4 · compromissos 9–10

Territórios conectados, vozes representadas

Quem está isolado geograficamente também fica isolado de direitos. Mobilidade entre municípios e valorização da identidade local são os dois caminhos deste bloco para reduzir a desigualdade regional.

Transformar realidades

Compromisso 9: Mobilidade e integração regional

A falta de transporte regular entre os municípios do interior é barreira concreta de acesso a saúde, educação e trabalho.

O problema

Regular o transporte intermunicipal é competência dos Estados, não da União, e o STF já confirmou isso diversas vezes. Uma deputada federal não pode criar sozinha um sistema de transporte. Existe, porém, um caminho real: em 2025 foi apresentado e aprovado em comissão na Câmara o Projeto de Lei 6727/25, que cria o Programa Nacional de Mobilidade Intermunicipal do Interior. É um programa federal que financia transporte regular no interior porque o mercado privado não sustenta essas rotas sozinho.

A proposta

Defender esse programa federal de fomento à mobilidade intermunicipal para os municípios do Nordeste Goiano, da Chapada e do Entorno do DF, nos moldes do PL 6727/2025, com recursos da União custeando rotas que hoje não existem por não darem lucro. Apoiar a formação de consórcios públicos intermunicipais, instrumento previsto em lei federal que permite às prefeituras organizarem transporte compartilhado com apoio técnico e financeiro da União.

O que uma deputada federal faz de fato

Apoiar e coassinar projetos de lei como o PL 6727/2025. Destinar emendas para viabilizar consórcios públicos intermunicipais de transporte. Articular com o Ministério dos Transportes e com o Ministério do Desenvolvimento Regional a prioridade para regiões turísticas de baixa densidade populacional.

Compromisso 10: Cultura, mulheres e juventude

Mulheres são mais da metade da população brasileira e ocupam menos de um quinto das cadeiras da Câmara dos Deputados.

O problema

Cultura, tradição e identidade local costumam ser tratadas como enfeite de campanha, e não como política pública. Isso enfraquece o turismo cultural e a autoestima do território. Ao lado disso, mulheres empreendedoras e jovens do interior enfrentam mais barreiras de acesso a crédito, a liderança e à permanência na própria região.

A proposta

Dar ao patrimônio, às festas populares e à produção cultural local o estatuto de política pública com orçamento próprio, acima do papel de divulgação turística que já cumprem. Criar programas de crédito e capacitação para o empreendedorismo feminino e para a liderança de mulheres em cooperativas. Levar política de primeiro emprego e formação técnica ao interior, para que a capital deixe de ser a única alternativa da juventude.

O que uma deputada federal faz de fato

Destinar emendas para patrimônio cultural e para as festas tradicionais dos municípios do interior. Apresentar projeto de lei de incentivo a crédito para empreendedorismo feminino em cadeias produtivas locais. Atuar nas comissões de Direitos das Mulheres e de Trabalho por políticas de primeiro emprego voltadas a municípios de pequeno porte.

Onde eu me posiciono

Nos temas em que você quer saber de que lado está quem pede o seu voto.

Sou a favor

  • Desenvolvimento regional e comunitário sustentável
  • Saúde, saneamento e qualidade de vida
  • Reciclagem, economia circular e política de resíduos sólidos
  • Educação, oportunidades e participação de jovens e mulheres
  • Turismo e comunidades: geração de emprego e renda
  • Mulheres protagonistas
  • Chapada dos Veadeiros e Nordeste Goiano fortes

Sou contra

  • Degradação ambiental e baixa taxa de reciclagem
  • Desigualdade e injustiça social
  • Política distante das pessoas
  • Abandono do interior e das comunidades
  • Falta de oportunidade para mulheres e jovens

Onde a campanha já esteve

Esta é a primeira candidatura de Natália Rinco. O registro da agenda começa antes do pedido de voto.

Natália Rinco ao lado de trabalhadores de camiseta da Reciclealto, dentro do galpão de triagem, com fardos de material reciclável ao fundo.
Visita à Reciclealto, a cooperativa de reciclagem de Alto Paraíso de Goiás. É o assunto do compromisso 3.
Natália Rinco em conversa com um dirigente do partido, diante do letreiro do PSB na sede nacional.
Reunião na sede nacional do PSB, em Brasília, sobre as pautas do Nordeste Goiano.
Natália Rinco entre duas pessoas em um gabinete do governo federal, com o retrato oficial do presidente da República ao fundo.
Agenda em gabinete do governo federal, em Brasília, para tratar de programas e editais que podem chegar à região.
Natália Rinco ao lado de uma liderança histórica do PSB, com a bandeira do partido ao fundo.
Encontro com a direção do PSB, o partido que abriga a candidatura.

Como votar 4055

  1. Na urna, espere aparecer Deputado Federal no alto da tela.
  2. Digite 4 · 0 · 5 · 5. O nome e a foto de Natália Rinco aparecem na tela.
  3. Confira se está escrito NATÁLIA BRAVIM RINCO e o partido PSB.
  4. Aperte CONFIRMA e ouça o bipe.

Como apoiar a campanha

“A mudança não vai chegar sozinha. Ela começa quando pessoas comprometidas decidem ocupar os espaços de decisão.” São três formas de ajudar, da mais barata para a mais generosa.

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